O Macaco Nu
O homem viu atrás do arbusto o que parecia muito ser uma possibilidade de crítica. Entendam, uma crítica pode ser um bicho pequeno, mas pode não ser e devorar a gente. A crítica no subterrâneo do homem não era um bicho pequeno. Ela estava ligada ao impossível pressuposto de que ele, talvez também um bicho muito pequeno, não podia ser fraco, não podia errar, não podia distrair-se, não podia tropicar, não podia rir de si mesmo sob pena cruel da retirada do amor. Então, o instinto de autossobrevivência do homem entrou em standby por segurança. Eriçou os pelos das costas, retesou os músculos e colocou seu hiper foco no bicho atrás do arbusto que sim, agora ele tinha absoluta convicção de que era uma crítica. Entendam, o homem não podia deixar que ela crescesse dentro do peito e desenvolvesse mandíbulas fortes e cheias de dentes e avançasse sobre o pequeno bicho indefeso que ele não podia ser. O homem estava ameaçado. O homem precisava contra-atacar. Li uma vez em um livro do bió...

Nanna, que delícia ler seus textos... ADORO !!! E Minas é tudo isso mesmo !! Final do mês estarei por aí também e aproveitar muito com as crianças !!!
ResponderExcluirBeijos,
Cintia
Nanna me deu uma vontade de sentar na cozinha com vc e a sua família ... já imaginei o cheirinho de cafee, o bolo quente ... no final de semana do dia 18 eu estarei em Minas na Serra do Cipó, acho que vai ser assim ... de encharcar! amor, Conz
ResponderExcluirAhhhhhhhh... quanta saudade!
ResponderExcluirTá na hora de você me colocar no banco de trás de novo...
Prometo tomar Dramin e levar saquinho. rs!
Viva a Nanna!!!
Beijos com café.
Faltou falar do do pão de queijo que nenhum estado vai conseguir imitar. De resto, linda e poética definição deste estado que e pura magia. Amo tudo aquilo e as vaquinhas nas montanhas Sao retrato da infância. Beijo recheado com carupiry.
ResponderExcluirBelíssima Nanna, que encharcada nos encharca!
ResponderExcluir