O homem viu atrás do arbusto o que parecia muito ser uma possibilidade de crítica. Entendam, uma crítica pode ser um bicho pequeno, mas pode não ser e devorar a gente. A crítica no subterrâneo do homem não era um bicho pequeno. Ela estava ligada ao impossível pressuposto de que ele, talvez também um bicho muito pequeno, não podia ser fraco, não podia errar, não podia distrair-se, não podia tropicar, não podia rir de si mesmo sob pena cruel da retirada do amor. Então, o instinto de autossobrevivência do homem entrou em standby por segurança. Eriçou os pelos das costas, retesou os músculos e colocou seu hiper foco no bicho atrás do arbusto que sim, agora ele tinha absoluta convicção de que era uma crítica. Entendam, o homem não podia deixar que ela crescesse dentro do peito e desenvolvesse mandíbulas fortes e cheias de dentes e avançasse sobre o pequeno bicho indefeso que ele não podia ser. O homem estava ameaçado. O homem precisava contra-atacar. Li uma vez em um livro do bió...
putz! que fotografia ma-ra-vi-lho-sa. que cenário concreto mais poético. que pb mais pb! do texto, gosto muito do final. por dois motivos: 1- pelo frase do fechamento e 2 -pois é quando a atriz se solta, o texto flui em sua boca. parabéns nana. achei a ideia e a iniciatiiva fantásticas
ResponderExcluirQuerida companheira de escrituras, é uma peleja fazer um videozinho destes, mas um peleja deliciosa. Obrigada, vou repassar seus elogios à equipe. Bjoka.
ExcluirNao consegui ver o video todo por este computador, mas amei o inicio que pude assistir. Vou assistir novamente depois e já espero pelos proximos! bjs Maria Eugenia
ResponderExcluirQuerida, tenta a versão do youtube, é mais leve. Bjoca.
ExcluirFantástico! Já conhecia a crônica(uma das mais lindas), e encantei-me pelo vídeo.
ResponderExcluirBjo!
só hoje parei para assistir. lindo texto. linda mari. ultimamente acho mesmo que o homem veio da bosta, por falta do barro. ri.
ResponderExcluirTem uns que viram adubo. Nem todos.
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