O Macaco Nu
O homem viu atrás do arbusto o que parecia muito ser uma possibilidade de crítica. Entendam, uma crítica pode ser um bicho pequeno, mas pode não ser e devorar a gente. A crítica no subterrâneo do homem não era um bicho pequeno. Ela estava ligada ao impossível pressuposto de que ele, talvez também um bicho muito pequeno, não podia ser fraco, não podia errar, não podia distrair-se, não podia tropicar, não podia rir de si mesmo sob pena cruel da retirada do amor. Então, o instinto de autossobrevivência do homem entrou em standby por segurança. Eriçou os pelos das costas, retesou os músculos e colocou seu hiper foco no bicho atrás do arbusto que sim, agora ele tinha absoluta convicção de que era uma crítica. Entendam, o homem não podia deixar que ela crescesse dentro do peito e desenvolvesse mandíbulas fortes e cheias de dentes e avançasse sobre o pequeno bicho indefeso que ele não podia ser. O homem estava ameaçado. O homem precisava contra-atacar. Li uma vez em um livro do bió...

Completamente apoiada, solidarizada, compreendida e compartilhada!!!!! Ah, o silêncio!... beijos.
ResponderExcluirLembra na infância quando um dia você pensou ser professora!!!
ResponderExcluirNanna, minha amiga, eu aqui do alto da minha experiência (pois a Geórgia está com 13 anos)lhe digo: calma, tudo passa.
ResponderExcluir... E mais calma ainda, pois daí o nosso problema será o silêncio... rs. No seu caso, no futuro próximo, irá querer saber onde estarão estas coisinhas lindas. Onde estão, com quem estão, e mais, o que estão todos fazendo...
Ah vida, incessante e intrigante...
beijos.
Debora
Aaaaaaamo estes seres incríveis.
ResponderExcluirVocê espera pelas férias. Eu espero voltar delas!
Beijoooo!!!
entendo completamente, Nanna... mas como mãe de duas, uma de 21 (!) e outra de 10, sei que as fases passam, as férias também, e vai ter hora em que tudo o que você vai querer é saber onde elas estão, é querer que elas queiram estar onde você estar. e isso não é pra te deixar culpada ou triste,é só pra te dizer que é preciso respirar fundo e acreditar que tudo isso, por mais absorvente que seja, vai passar e outras fomes vão surgir... um beijo, Cátia Bruno
ResponderExcluirNanna, lembro-me bem de uma garotinha loirinha e cabeluda que vivia a todo vapor.
ResponderExcluirMando-lhe um grande beijo!
Nanna, lembro-me bem de uma garotinha loirinha e cabeluda que vivia a todo vapor.
ResponderExcluirMando-lhe um grande beijo!
Nanna,
ResponderExcluirIara diz a você que o pior é que essa bagunça toda ainda vai dar saudade...
Ela riu e chorou, emocionada com a sua escrita de mestre.
Bj
Davi (Iara manda beijo para você e nos "pirralhinhos")
Mulher, espero que os seus filhos sejam no mínimo tão inteligentes qto vc, pois se não é capaz de terem graves crises de rejeição assim que aprenderem a ler e descobrirem este blogue!!!!!!!
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