O Macaco Nu
O homem viu atrás do arbusto o que parecia muito ser uma possibilidade de crítica. Entendam, uma crítica pode ser um bicho pequeno, mas pode não ser e devorar a gente. A crítica no subterrâneo do homem não era um bicho pequeno. Ela estava ligada ao impossível pressuposto de que ele, talvez também um bicho muito pequeno, não podia ser fraco, não podia errar, não podia distrair-se, não podia tropicar, não podia rir de si mesmo sob pena cruel da retirada do amor. Então, o instinto de autossobrevivência do homem entrou em standby por segurança. Eriçou os pelos das costas, retesou os músculos e colocou seu hiper foco no bicho atrás do arbusto que sim, agora ele tinha absoluta convicção de que era uma crítica. Entendam, o homem não podia deixar que ela crescesse dentro do peito e desenvolvesse mandíbulas fortes e cheias de dentes e avançasse sobre o pequeno bicho indefeso que ele não podia ser. O homem estava ameaçado. O homem precisava contra-atacar. Li uma vez em um livro do bió...

Nanna de Castro que du caralho voce é. Uma menina do tamanho do mundo de uma mulher. Aaaaaamooo
ResponderExcluirTambém te amo, Nany!
ExcluirAmo suas imagens!
ResponderExcluirE também amo os pés direitos duplos... rs... eu amo mesmo... sempre quis pé direito... o que significa? hahahaha!
obrigada! ser solidária a vc é um favor pra mim! amo ouvir vc! através dos seus textos e também na mesa de um café! puro prazer e aprendizado!
beijos!
Você tem me ensinado muito também. Que venha o medo.
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