O Macaco Nu
O homem viu atrás do arbusto o que parecia muito ser uma possibilidade de crítica. Entendam, uma crítica pode ser um bicho pequeno, mas pode não ser e devorar a gente. A crítica no subterrâneo do homem não era um bicho pequeno. Ela estava ligada ao impossível pressuposto de que ele, talvez também um bicho muito pequeno, não podia ser fraco, não podia errar, não podia distrair-se, não podia tropicar, não podia rir de si mesmo sob pena cruel da retirada do amor. Então, o instinto de autossobrevivência do homem entrou em standby por segurança. Eriçou os pelos das costas, retesou os músculos e colocou seu hiper foco no bicho atrás do arbusto que sim, agora ele tinha absoluta convicção de que era uma crítica. Entendam, o homem não podia deixar que ela crescesse dentro do peito e desenvolvesse mandíbulas fortes e cheias de dentes e avançasse sobre o pequeno bicho indefeso que ele não podia ser. O homem estava ameaçado. O homem precisava contra-atacar. Li uma vez em um livro do bió...

Tá bem doidona e precisando de férias no meio do Pantanal . Vamos pedir para o Papai Noel!
ResponderExcluirBem doidona e com o sacão na lua. KKKK.
ResponderExcluirAmém.
ResponderExcluirOremos...
!!!!
ExcluirQue delícia!!!
ResponderExcluir"Não sou da informática, sou da invencionática..." Manoel de Barros
Te adoro, lindona!
Manoel de Barros é minha meta! Rsrsrsrs. Também te adoro.
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirVem fazer uma sessão de Acupuntura, amiga! A gente equilibra todo esse excesso de Yang que o "bonde das comunicações" externas nos causa, com o Yin do nosso "armário" interno!!!!... e aproveita e toma aquele café na padoca, combinado no comentário da crônica Aperta o k de julho. Bj ; )
ResponderExcluirAdorei essa bolinha cheia de agulhinha. Tô indo pra Minas, na volta vamos marcar umas espetadas com café. Bjooo.
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